terça-feira, 29 de julho de 2014

Questionário de Pesquisa

A neutralidade mediante a pesquisa científica é algo não que não se aplica. Assim, dependendo dos objetivos a que se presta o pesquisador ele terá de buscar a diversidade de opiniões, sentimentos, crenças, entre outros aspectos, manifestados por um determinado grupo de pessoas. Em busca de concretizar tal intento, tendo em vista a natureza do fenômeno em estudo, um dos instrumentos que servirá de coleta de dados será o questionário
Antes de colocar tal recurso em prática, o pesquisador terá de adotar alguns procedimentos, considerados essenciais à efetiva realização da proposta a qual se dispõe. Assim, conforme Labes (1998), algumas etapas podem ser definidas:
- Análise dos objetivos e determinação do problema;

- Elaboração do questionário;

- Pré-teste, a fim de verificar se tudo aquilo que se propõe se encontra claramente definido;

- Distribuição e aplicação do questionário;

- Tabulação dos dados;

- Análise e interpretação de tudo aquilo que foi coletado.
Uma das providências a serem tomadas é a chamada carta de explicação, na qual devem conter alguns elementos concebidos como preponderantes, entre eles: proposta da pesquisa, instruções para o preenchimento e devolução e, sobretudo, os agradecimentos, haja vista que quem se disporá a respondê-lo não obrigatoriamente o fará a não ser por uma questão de solidariedade, de um ato de contribuição.
Há também alguns procedimentos a serem seguidos, tais como:

- O cuidado em não formular um questionário muito extenso (30 questões, no máximo);

- Ater-se ao fato de que as perguntas precisam estar ordenadas, de modo a seguir uma sequência lógica;

- Evitar que o nome, endereço e telefone do respondente sejam revelados, a não ser em casos que houver a intenção de marcar uma futura entrevista com essa pessoa;

- Iniciar com perguntas mais fáceis e impessoais, deixando as mais complexas para o final;
- Incluir somente perguntas que realmente tenham relação com o problema levantado;

- Cuidar para que os aspectos gráficos do questionário, como os caracteres, o espaçamento, entrelinhas e diagramação estejam dispostos de forma que atendam às necessidades da pesquisa.


Segundo Gil (1999), o questionário pode dispor de três modalidades de questões, ou seja:

Fechadas – nelas é apresentado um conjunto de alternativas de resposta, a fim de que o respondente escolha a que melhor revele acerca de seu ponto de vista. Observe um modelo representativo:  

Pratica o hábito da leitura?
(  ) Sim
(  ) Não

Fazendo parte dessa modalidade, há ainda as questões com escala, as quais possibilitam que haja uma gradação nas respostas, assim como podemos verificar logo abaixo:

Com que frequência pratica a leitura?

(  ) Sempre
(  ) Às vezes
(  ) Nunca  

Abertas – nesta modalidade é apresentada a pergunta ao respondente, de modo a deixá-lo à vontade para expressar suas ideias, sem que haja uma restrição para tal. Atenhamo-nos a um caso representativo:   

Qual sua opinião acerca do hábito da leitura?
______________________________________________________
______________________________________________________
Questões relacionadas – representam aquelas que possuem certa dependência com respostas dadas a questões anteriores, assim como no exemplo:

Você se considera um (a) bom (a) leitor (a)?

(  ) Sim (responda à questão seguinte)
(  ) Não (responda à questão nº 10)

Eis, assim, um conjunto de posturas recomendáveis à elaboração do trabalho científico. Depois de colhidos todos os dados necessários ao estudo do fenômeno estudado, parte-se para a análise das informações obtidas. Para tanto, conforme Dencker (2000), essa deve ser feita de forma coerente e organizada, com vistas a responder ao problema de pesquisa.
Por Vânia Maria do Nascimento Duarte

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feira 2010 JC Paulino Neves

Em uma feira que aconteceu no mês de novembro na escola muitas apresentações e participaçao efeitiva dos alunos e professores.
Vários temas foram contemplados como a História e Cultura do Município.

As fotos falam por si;




































Fotografia

Visitar para estudar: http://www.fotografiaparatodos.com.br/home/

Pousada em João Pessoa: http://www.booking.com/hotel/br/pousada-atlantica.pt-br.html?aid=306397;label=booking-name-pt-row-ddg_GJ3_cIMLmkznxQzTlAS10536697949%3Apl%3Ata%3Ap1%3Ap2300.000%3Aac%3Aap1t1%3Aneg;sid=e03408565f1f0e6a843bc08d57fc9450;dcid=1;checkin=2013-09-22;checkout=2013-09-27;group_adults=3;group_children=0;srfid=755639e723d1ecff22aa5559ec352a770046f119X20

Fotos no geral e à noite
http://www.hardware.com.br/artigos/fotografia-digital/
Nikon d3200: http://greenshoppbrasil.com.br/camera-slr-nikon-d3200-242-mpxcartao-sd-16-gb-classe-4bolsa-tripe-fullhd-lente-vr-18-55mm-61.html

http://www.centrald.com.br/ecommerce_site/produto_29614_5892_Camera-Nikon-D3200-kit-18-55mm-
http://www.cameraversuscamera.com.br/cameras/nslr3200/ck_nslr3200.htm

http://www.detonashop.com.br/camera-digital-slr-nikon-d3200-com-lente-18-55mm.html?origem=cameraversuscamera

http://www.zamax.com.br/loja/produto.php?loja=108099&IdProd=2077&parceiro=6718&utm_source=cameraversuscamera&utm_medium=Comparador&utm_campaign=Camera%2Bversus%2BCamera

http://www.zamax.com.br/nikon-d5100-16-2-mp-lente-vr-18-55-memoria-16gb-bolsa-pr-1771-108099.htm

http://www.brasiltronic.com.br/camera-digital-nikon-slr-d3200-kit-lente-18-55mm-vr-bolsa-de-transporte-memoria-sd-16gb-p1570/

http://loja.shoppdigital.com.br/loja/produto-268075-1244-camera_digital_nikon_slr_d3100_14_2mp_lcd_3_0e_148_c_lente_af_s_dx_nikkor_18_55mm_1_3_5_5_6g_vr_bate#anchor_4

Fotos noturnas (Com a GE é melhor essa tentativa)

TÉCNICA: FOTOGRAFIA NOTURNA SEM FLASH
LIGHTPAINTING COM A LUZ DISPONÍVEL
Fotografia Noturna Fotografia Noturna sem segredos!
Fiz esta fotografia em Assisi, Itália, optando (sempre!!) pelo ISO mais baixo possível para manter-me longe do ruído (granulação = menor nitidez). Essa decisão pede velocidades de obturação muito mais lentas e torna-se imprescindível o uso de um tripé com boa estabilidade, uma boa solução é fazer o setup da câmera com prioridade de abertura, geralmente a opção AV ou A no menu de programas de disparo. Esse recurso permite ajustar manualmente a abertura do diafragma, enquanto a câmera acerta a velocidade do obturador automaticamente. Outro fator importante é  a Profundidade de Campo (=a distância à frente e atrás do assunto principal em que os elementos ficam em foco). Quanto maior for a abertura (numero menor da escala), menor será a profundidade de campo e vice-versa, ou seja, para dar destaque ao primeiro plano e desfocar o fundo, o diafragma deve estar mais aberto, em valor f/3.5, por exemplo. Se o assunto é uma paisagem com foco em todos os planos, o diafragma deve estar mais fechado, algo em torno de f/22.
Muita gente associa (equivocadamente) a fotografia noturna com aumento de ISO e o resultado disso é um nível de granulação visívelmente mais acentuado, principalmente nas baixas luzes (sombras). Gosto do foco em todos os planos que vem da opção pela distância focal mais wide angle (18 mm) que já põe todos os planos como característica principal.
MAS … E SE VOCÊ NÃO TEM UM TRIPÉ????!!!
Calma, Galera!!!
ooooommmmmm … respira … tem solução!!! icon smile Fotografia Noturna sem segredos!
Vou dar um exemplo:
Foto Noturna Fotografia Noturna sem segredos!
Assim que cheguei a Portugal, fui conhecer o Sul do País começando por Lisboa, que muita gente associa com o passado mas que é uma cidade muito moderna principalmente na área circunscrita pelo Parque das Nações que tem uma arquitetura futurista estilo 2.050 (ainda é) à beira do Tejo … maravilha!!!!!!!!! icon smile Fotografia Noturna sem segredos!
Como não tinha levado tripé, saquei do meu cinto de utilidades um pedaço de papel de alumínio que sempre tenho no case da câmera, o desdobrei, fiz dele uma bola, sentei na sarjeta, coloquei a bola de papel na calçada, pus a câmera sobre ele dando um jeitinho para ficar paradinha na horizontal, ajoelhei (mesmo!!) olhando no visor (imagina a cena?? icon lol Fotografia Noturna sem segredos! ), escolhi o ISO mais baixo possível (100) para não comprometer a nitidez, fiz o enquadramento, escolhi prioridade de abertura para poder ter foco em todos os planos pois esta ponte metálica em perspecitva é muito importante na composição, pus no selftimer (10 segundos) para não haver tremores quando eu clicasse, fiz o auto foco no setup com todos os pontos (importante), esperei o semáforo abrir para dar mais movimento à cena toda, cliquei … pim, pim, pim, pim, pim, pim, pim, pim, pim, pim, pim … (barulho do selftimer … icon lol Fotografia Noturna sem segredos! ) e a exposição foi de 3 segundos com diafragma 22 (o que deu esse arrasto de luz no segundo plano).
E agora a melhor parte … houve um concurso de fotografia que é muito relevante em Portugal e na Europa que é promovido pelo Parque das Nações & Casino de Lisboa (Brasucas … é Casino mesmo … com um S) cujo tema era “Lisboa”. Mandei a fotografia (homônima) para concorrer e fui premiado com uma menção honrosa que foi o primeiro bom sinal de que Portugal aceita os olhares estrangeiros e seria o início de uma feliz estrada profissional e pessoal por esta terra que amo mais a cada dia.
- See more at: http://www.fotografia-dg.com/fotografia-noturna/#sthash.Pr75KvWP.dpuf

fotos noturnas 
http://www2.explorando.com.br/2008/12/como-fazer-fotos-noturnas-melhores
Regras para fotos básicas noturnas:
- Para fotos de coisas em movimento, esqueça, adquira uma câmera mais profissional e estude um pouco sobre fotografia. Se você pretende clicar pessoas animadas em baladas, uma câmera profissional é desejável.
- Para fotos de pessoas próximas, rostos, etc, basta uma foto no modo automático, com flash, de preferência com o redutor de olhos vermelhos. Se a câmera tiver, procure ativar o modo de redução de tremido, isso alivia os tremores naturais de quem está segurando a câmera.
Para fotos mais ricas e detalhadas, de objetos parados (ônibus, carro, placas, casas, fachadas, etc):
- Use um tripé apropriado ou apoio, de forma que você não fique em contato com a câmera durante a captação da imagem - para evitar tremores, incluindo tremores naturais causados pela respiração humana. Respirar fundo e prender a respiração pode dar certo, mas não é fácil para muita gente. Se a câmera não veio com um tripé (desses que rosqueia embaixo), procure comprar um.
- No modo manual da câmera, onde você pode definir as opções, deixe ativado 1, 2 ou 3 segundos de exposição (encontre como fazer isso no manual da câmera, pois varia de modelo para modelo). Se o ambiente estiver muuuito escuro, pode ser necessário mais tempo. Quanto mais tempo, mais luz vai entrar, e mais clara vai ficar a imagem. Se ficar muito claro, diminua esse tempo.
- Para fotos brilhantes e nítidas, deixe sempre no ISO 100 ou 80. Quanto menor o ISO, mais escura tende a ficar a foto. Porém um ISO pequeno com um tempo de exposição grande gera fotos claras e nítidas.
Veja uma foto tirada à noite, com ISO 100, e tempo de exposição de 2 segundos:
b1253-4-1598-na-praca-da-se
O ambiente estava bem iluminado. Se não tivesse luzes, o tempo de exposição de 2 segundos poderia ser aumentado para 4 ou 8. Vale testar no mesmo ambiente e local, e ver qual fica melhor na própria câmera.
Agora, se você você precisa clicar algo rápido, que está parado por pouco tempo ou em movimento devagar (um ônibus saindo do ponto, por exemplo), prefira deixar um tempo de exposição curto (menos de 1 segundo) e o ISO alto (por exemplo, 200, 400, 800, etc, faça vários testes). Nesses casos a forma de conseguir não perder a foto é deixar o ISO alto, captando mais luz, em menos tempo, senão sairia tudo borrado.
Por exemplo, esta foto foi tirada com um tempo de exposição muito baixo, e ISO 400, na saída de um terminal deônibus:
b1253-4-1632-term-sao-mateus-saindo-do-terminal-carrao
Note que a foto ficou granulada. Um ISO alto traz granulação e perda da qualidade. Mas nessa situação foi necessário, pois o ônibus estava em movimento. Se a foto fosse tirada com tempo de exposição alto e ISO baixo, como recomendei acima para fotos brilhantes e nítidas, sairia algo nada a ver, com um efeito psicodélico, das luzes em movimento pelo alto tempo em que a câmera ficou captando a imagem. Algo assim:
b1253-foto-tremida
Faça vários testes, estas dicas são básicas e não são completas. Para entender um pouco mais, leia um outro artigo que escrevi:

Livros para downloads

Mapas Biomas Brasileiros: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=524587820944698&set=gm.537891712942569&type=1&theater

PDF e PowerPoint

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

2013 está entre os 10 anos mais quentes desde 1850

Até agora, 2013 é o sétimo ano mais quente já visto, diz ONU

 

O ano de 2013 é o sétimo mais quente desde o início dos registros em 1850, com um tendência para episódios climáticos extremos como o tufão Haiyan nas Filipinas agravados pelo aumento do nível do mar, disse a Organização Meteorológica Mundial (OMM), braço da ONU para o clima, nesta quarta-feira (13).

Um acúmulo de gases do efeito estufa resultantes da ação humana na atmosfera significa que um futuro mais quente é agora inevitável, disse o secretário-geral da OMM em comunicado divulgado às margens de uma cúpula climática da Organização das Nações Unidas com a presença de mais de 200 países, em Varsóvia.

Para OMM, os primeiros nove meses deste ano empataram com o mesmo período de 2003 como o sétimo mais quente, com uma média de temperatura global na superfície da terra e do oceano 0,48ºC acima da média entre 1961 e 1990.

"Este ano, mais uma vez, dá continuidade à tendência de longo prazo" em direção a temperaturas mais altas causadas pelo aquecimento global, disse Jarraud. A OMM disse ser provável que 2013 termine entre os dez anos mais quentes em registro desde 1850.

Entre os episódios extremos deste ano estão o supertufão Haiyan que atingiu as Filipinas, ondas de calor recordes na Austrália e enchentes do Sudão à Europa, listou a OMM. No Japão registrou-se o verão mais quente da história.

Aparentemente na contra-mão da tendência de aquecimento, o gelo no mar ao redor da Antártida expandiu a um tamanho recorde. Mas a OMM disse: "Padrões de ventos e correntes oceânicas tendem a isolar a Antártida dos padrões de tempo globais, mantendo-a fria".
A OMM afirmou que ciclones tropicais como o Haiyan não poderiam ser diretamente atribuídos aos efeitos das mudanças climáticas. Mas "níveis do mar mais elevados já estão tornando populações costeiras mais vulneráveis a surtos de tempestades. Vimos isso com consequências trágicas nas Filipinas", disse Jarraud. Os mares subiram cerca de 20 centímetros nos século passado.

Até o início de novembro de 2013, foram registrados 86 ciclones tropicais, de tufões a furacões no Atlântico, número próximo da média entre 1981 e 2010 de 89 tempestades.

Com informações do Gazeta do Povo